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quarta-feira, 24 de outubro de 2012
Daniel Kahneman - O enigma da experiência x memória
terça-feira, 25 de outubro de 2011
O Sonho Americano / The American Dream
"O Soho Americano é uma animação de 30 minutos , que mostra como você foi enganado pelos elementos mais básicos do nosso sitema de governo. Todos nós, americanos, nos esforçamos para o sonho americano, e esse filme mostra por que seu sonho está ficando cada vez mais distante. Você sabe como o dinheiro é criado? Ou como funciona os bancos? A inflação? Você sabe o que a Reserva Federal é e como ela afeta você todos os dias? (...)"
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Entre Aspas sobre "A Árvore da vida" e "Melancolia"
Os filmes recém-lançados "Melancolia" e "Árvore da Vida" têm em comum questionamentos sobre os mistérios da existência no planeta Terra. Filósofo e psicanalista avaliam semelhanças entre os aspectos existencialistas das duas obras em questão.
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Entrevista - Zygmunt Bauman
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Slavoj Žižek fala sobre cinema
Como o título diz, nesse vídeo Zizek fala sobre cinema e suas interpretações provocadoras sobre os filmes. Grande fã de Hitchcock, seus pensamentos sobre este mestre podem ser encontrados no documentário "O Guia Pervertido do Cinema".
A brincadeira que o reporter faz com a tradução de "Psicose" em portugal é uma lenda muito forte. Talvez essa piada tenha saído da tradução de Um corpo que cai, que em Portugal é (atenção, spoiler!) "A mulher que viveu duas vezes".
A brincadeira que o reporter faz com a tradução de "Psicose" em portugal é uma lenda muito forte. Talvez essa piada tenha saído da tradução de Um corpo que cai, que em Portugal é (atenção, spoiler!) "A mulher que viveu duas vezes".
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nicles de bitocles
sábado, 22 de janeiro de 2011
Denis Dutton: Uma teoria Darwiniana da beleza
A beleza está nos olhos de quem vê, se conforta sujeito desprovido de um layout facial mais bacana.
Denis Dutton fala sobre a teoria darwiniana da beleza, e ele contesta justamente a frase acima, ou seja, se nossa noção de beleza é algo mesmo subjetivo, ou se tem traços evolucionários profundos.
Eu diria que as duas coisas. Piaget diria que são três coisas: "os fenômenos humanos são biológicos em suas raízes, sociais em seus fins e mentais em seus meios".
Tirem suas próprias conclusões.
Denis Dutton fala sobre a teoria darwiniana da beleza, e ele contesta justamente a frase acima, ou seja, se nossa noção de beleza é algo mesmo subjetivo, ou se tem traços evolucionários profundos.
Eu diria que as duas coisas. Piaget diria que são três coisas: "os fenômenos humanos são biológicos em suas raízes, sociais em seus fins e mentais em seus meios".
Tirem suas próprias conclusões.
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
TED - Tim Jackson: Dose de realidade para a economia
MacGuffin é uma expressão usada por Alfred Hitchcock para designar os objetos na narrativa que motivam as personagens e impulsionam o desenvolvimento da história, mas que na realidade carece de relevância em si. Tipo o dinheiro.
Se antigamente um homem teria dito que a guerra nada mais é que a continuação da política por outros meios, hoje podemos perfeitamente dizer que as guerras (externas ou internas, tanto faz) e a política e a arte e todo o resto nada mais são do que continuações da economia, por outros meios.
Expandir e manter mercados foi e é a mola mestra da humanidade — nosso incrível MacGuffin — e trouxe e tráz benefícios estupendos, disso ninguém duvida (por acaso vocês viram a estátua feita de cocô de panda?). Mas talvez a maior estupidez da economia, ou melhor, de uma parte dos economistas e das pessoas em geral, é ignorar a finitude dos recursos, tendo como único propósito mesquinho crescer, crescer, crescer. Para sempre.
Aqueles que tiverem o trabalho de pensar logo notarão que sustentabilidade é algo racional, prático e desejável — ainda que possa soar absolutamente chato, entediante e todas as demais tags negativas — portanto a sustentabilidade é naturalmente denunciada como utópica, fantástica e absurda.
Seja como for, recomendo a palestra de Tim Jackson, Dose de realidade para a economia.
Se antigamente um homem teria dito que a guerra nada mais é que a continuação da política por outros meios, hoje podemos perfeitamente dizer que as guerras (externas ou internas, tanto faz) e a política e a arte e todo o resto nada mais são do que continuações da economia, por outros meios.
Expandir e manter mercados foi e é a mola mestra da humanidade — nosso incrível MacGuffin — e trouxe e tráz benefícios estupendos, disso ninguém duvida (por acaso vocês viram a estátua feita de cocô de panda?). Mas talvez a maior estupidez da economia, ou melhor, de uma parte dos economistas e das pessoas em geral, é ignorar a finitude dos recursos, tendo como único propósito mesquinho crescer, crescer, crescer. Para sempre.
Aqueles que tiverem o trabalho de pensar logo notarão que sustentabilidade é algo racional, prático e desejável — ainda que possa soar absolutamente chato, entediante e todas as demais tags negativas — portanto a sustentabilidade é naturalmente denunciada como utópica, fantástica e absurda.
Seja como for, recomendo a palestra de Tim Jackson, Dose de realidade para a economia.
domingo, 28 de novembro de 2010
Deal with it
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Simbiose, por Michel Serres
O que é o ideal de anarquia senão o ideal de uma sociedade simbiótica?
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